terça-feira, 27 de agosto de 2013

Enviados para invocar o nome do Senhor

omo, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de que não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? (Rm  10.13-15)
Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de que não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? (Rm  10.13-15)

Bp Erisvaldo Pinheiro (ministrado em 18 de Agosto de 2013).


Veja que bela seqüência nesta declaração do apóstolo Paulo. Uma seqüência que pontua cada etapa do plano de salvação. Para ser salvo, tem que invocar, pra invocar é preciso crer, e para crer é necessário ouvir, para ouvir tem que haver uma pregação, e para pregar tem que ter aquele que envia. Note, atento leitor, que há todo um trabalho até chegar o momento em que alguém invoca o nome do Senhor para a salvação. Uma bela estrutura do propósito de salvação, que pretendo neste texto mostrar a tarefa e responsabilidade de cada uma dessas etapas.

  • ·         Enviar

Tarefa do Pai. Ele fez essa tarefa enviando José para o Egito:
“Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese os vossos olhos por me haverdes vendido para cá, porque, para conservação da vida, Deus me enviou diante da vossa face” (Gn 45.5)
Que belo exemplo de perdão e visão dos propósitos divinos que José declara aqui. Ele aprendeu, ainda que de forma triste, que a atitude errada de seus irmãos, o Senhor aproveitou para um propósito maior, a conservação da vida. Para José, ele não foi vendido para o Egito, foi Deus que o enviou ao Egito. Passas por momentos de tristeza, querido leitor? Invoque o Senhor, pois, Ele pode estar querendo te enviar a outros lugares para conservação da vida!  
Mais adiante, Deus enviará Moisés para este mesmo Egito, agora, a etapa do propósito é libertação:
“Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires meu povo, os filhos de Israel, do Egito” (Êx 3.10)
Na visão do profeta Isaías (Is 6.8), Deus libera um brado de seu alto e sublime trono, A quem enviarei, e quem há de ir por nós? E, desempenhado com excelência sua sublime tarefa de enviar, Ele envia seu próprio filho para seu propósito de salvação. Veja esta declaração de Jesus:

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Propósito de purificação (3ª parte)

Purificação do povo de Deus veio pelo avivamento de sua Palavra!
2Crônicas 29.17-35
O Espírito do Senhor nos visitou e nos direcionou a este texto bíblico. Convencendo-nos que era necessário nos lançarmos diante de sua santa presença, como o rei Ezequias fizera. Baseado no avivamento espiritual dos tempos deste ilustre rei, fizemos um voto diante do Senhor, o Propósito de purificação de 16 dias, mesmo tempo em que Ezequias purificou o templo de Jerusalém. Foi um propósito forte, onde entenderemos sua profundidade meditando no relato bíblico do capítulo 29 do segundo livro das Crônicas dos reis de Judá. O texto foi ministrado em três etapas, três cultos onde o Senhor nos visitou e nos tratou nas áreas de nossas vidas em que estas palavras foram direcionadas. 

Esta foi a terceira de três ministrações do propósito de purificação de 16 dias. Você pode ver nestes links as outras duas ministrações deste propósito:
            
Quando a obra termina, depois de 16 dias de purificação, o relatório é apresentado ao rei. A Casa do Senhor já havia sido purificada, como também o altar do holocausto com todos os seus utensílios e a mesa da proposição como todos os seu objetos. Também todos os objetos que o rei Acaz, no seu reinado, lançou fora, na sua transgressão, já preparamos e santificamos; e eis que estão diante do altar do Senhor (2Cr 29.18-19).
            Observe o destaque que é dado ao altar do holocausto, a mesa da proposição e o retorno dos objetos lançados fora, pois um olhar atencioso nestes elementos nos mostra a trajetória de purificação de quem está no caminho do Senhor:

·        Altar de holocausto

De fato deveria ser o primeiro item da lista de cuidados dos sacerdotes e levitas. Era o lugar onde o sacrifício era apresentado, tendo o sangue vertido para esperança de perdão e renovo de quem se apresentava ao Senhor no Templo de Jerusalém. Não há purificação sem sangue expiatório. Um tipo da obra que Cristo fez por nós. Vertendo seu sangue no madeiro, o convite é feito para entrarmos e sermos partes do Templo do Senhor, movidos pelo perdão e renovo oferecido.


·        Mesa da proposição

A purificação seguiu para dentro do Templo tratando da mesa da proposição, local onde era colocado os pães da proposição. Também um tipo de Cristo, que se declarou o Pão da Vida (Jo 6.35). Veja, querido leitor, que primeiro passo da purificação acontece no sangue derramado, mas há uma continuidade. Uma vez lavado no Altar de holocausto (um tipo da obra do Calvário), a purificação deve ser fortalecida com o alimento oferecido dentro do Templo. Jesus é este alimento, ele é o Pão da vida. Nossa caminhada começa com a cruz, mas para permanecer no caminho devemos nos alimentar da Palavra do Senhor.

sábado, 24 de agosto de 2013

Propósito de purificação (2ª parte)


2Crônicas 29.10-11

Bp Erisvaldo Pinheiro 
Palavra ministrada em 07 de agosto de 2013


O Espírito do Senhor nos visitou e nos direcionou a este texto bíblico. Convencendo-nos que era necessário nos lançarmos diante do Senhor, como o rei Ezequias fizera. Baseado no avivamento espiritual dos tempos deste ilustre rei, fizemos um voto diante do Senhor, o Propósito de purificação de 16 dias, mesmo tempo em que Ezequias purificou o templo de Jerusalém. Foi um propósito forte, onde entenderemos sua profundidade meditando no relato bíblico do capítulo 29 do segundo livro das Crônicas dos reis de Judá. O texto foi ministrado em três etapas, três cultos onde o Senhor nos visitou e nos tratou nas áreas de nossas vidas em que estas palavras foram direcionadas.

Esta foi a segunda de três ministrações do propósito de purificação de 16 dias. Você pode ver nestes links as outras duas ministrações deste propósito:

Propósito de purificação de 16 dias (1ª parte)
Propósito de purificação de 16 dias (3ª parte)



O rei Ezequias continua com a convocação dos sacerdotes e levitas. No versículo 10, o agora é mencionado novamente, como um novo tópico de seu discurso. Como se somente depois da confissão da imundícia é que poderia passar para esta nova etapa. Agora, me tem vindo ao coração, veja que o direcionamento de Deus veio ao coração do rei, que transmitiu aos sacerdotes e levitas. Deveria haver uma confiança neste direcionamento. Não houve aparições e nem monte chamegando, a revelação tinha vindo ao coração do líder, simples assim. A única prova era o discurso em busca de purificação do rei, uma palavra liberada que fez com que os sacerdotes e levitas confiassem naquela revelação.

Há revelações que são direcionadas ao líder, como nas sete cartas de Apocalipse, onde o Senhor ordenou que João escrevesse ao anjo que está em... Cabe ao líder receber esta revelação. No caso da história do rei Ezequias, ele próprio, o líder, com humildade busca a purificação, levando consigo os sacerdotes e levitas e depois todo a Jerusalém e Judá. A purificação começa com o líder, pois é ele que recebe a revelação. Mas no caso do rei anterior, o rei Acaz, que não teve esta humildade, não buscou se purificar, pelo contrário, profanou o templo, todo o povo sentiu o peso da iniquidade.

Ezequias, direcionado pelo Senhor, propõe um concerto. Exorta os sacerdotes e levitas para não serem negligentes, pois o Senhor vos tem escolhido para estardes diante dele para os servides, e para serdes seus ministros, e para queimardes incenso. Três funções para as quais eles foram escolhidos e que não poderiam ser negligenciadas: servir, ministrar e queimar incenso.

  • Para o servides 
Existem várias definições para o termo servir. Mas, a que mais gosto está escrito no diálogo entre Moisés e Faraó:
“E lhe dirás: O Senhor, o Deus dos hebreus, me tem enviado a ti, dizendo: Deixa ir o meu povo, para que me sirva no deserto” (Êx 7.16, grifo meu)
Fico imaginado a reação de Faraó. Os hebreus já serviam a Faraó na terra do Egito, onde havia fartura, moradia, segurança... e a proposta que o Deus dos hebreus mandava por intermédio de Moisés era que liberasse povo para o servir no deserto! Ou seja, os hebreus continuariam servindo, mas trocariam a estrutura confortável do Egito pelo perigo do deserto! E o mais intrigante, o povo queria esta proposta!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Propósito de purificação (1ª parte)


2Crônicas 29.1-9

Bp Erisvaldo Pinheiro Lima 
Palavra ministrada em 31/07/2013

O Espírito do Senhor nos visitou e nos direcionou a este texto bíblico. Convencendo-nos que era necessário nos lançarmos diante do Senhor, como o rei Ezequias fizera. Baseado no avivamento espiritual dos tempos deste ilustre rei, fizemos um voto diante do Senhor, o Propósito de purificação de 16 dias, mesmo tempo em que Ezequias purificou o templo de Jerusalém. Foi um propósito forte, onde entenderemos sua profundidade meditando no relato bíblico do capítulo 29 do segundo livro das Crônicas dos reis de Judá. O texto foi ministrado em três etapas, três cultos onde o Senhor nos visitou e nos tratou nas áreas de nossas vidas em que estas palavras foram direcionadas. 

Esta foi a primeira de três ministrações do propósito de purificação de 16 dias. Você pode ver nestes links as outras duas ministrações deste propósito:




O culto foi deixando de ser importante para os escolhidos de Deus. O templo de Jerusalém foi cada vez mais se “adaptando” aos costumes cananeus. Foi neste contexto que o rei Ezequias, aos vinte cinco anos de idade, começou a reinar em Judá. Seu pai, o ímpio rei Acaz profanou o templo sagrado, entrou imundícia e foi tirado os objetos santos.
A descrição do rei Ezequias chama nossa atenção. Ele fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo quanto fizera Davi, seu pai. Ser uma pessoa reta (ou boa) aos nossos olhos é uma coisa, outra mais forte é ser reta aos olhos daquele que é chamado de Santo, Santo, Santo! Sua descrição condiz com seus atos. No primeiro ano de seu reinado, ainda no primeiro mês, ele abriu as portas do templo e as reparou. A porta do templo do Senhor deve estar aberta. Esta atitude deu início a uma série de medidas que iriam trazer uma verdadeira purificação espiritual para todo Judá:


·         Tirai do santuário a imundícia
O rei Ezequias convoca os sacerdotes e levitas. Não é um convite, é uma santa convocação. A proclamação era clara, santificai-vos, agora, e santificai a Casa do Senhor. Vejo uma urgência nesta convocação, tinha que ser agora! A purificação não poderia ficar para depois. Outro detalhe importante era que antes de santificar a Casa do Senhor, os sacerdotes e levitas tinham que se santificarem primeiro. E tirai do santuário a imundícia declara Ezequias. Termos como “sujeiras” ou “coisas que desagradam a Deus” poderiam ser usadas aqui, seriam mais suaves. Agora, tirar as imundícias do santuário... tinha que ser agora mesmo.
O santuário do Senhor nos tempos neotestamentários é uma construção tão bela como o templo dos tempos de Ezequias e também tão vulnerável à imundícias. O Deus que não habita em templos feitos por mãos humanas (At 17.24b) escolheu habitar num templo feito por Ele mesmo (1Cor 6.19), o teu e o meu coração, querido leitor. Devemos também escolher se este novo templo do Senhor vai se adaptar aos costumes cananeus (mundano), ou se vai passar por uma purificação para que seja tirado toda imundícia. Não é fácil admitir que há imundícia em nosso coração, poderia ser outra palavra mais suave. Neste propósito de purificação, nosso clamor continua sendo tirai do santuário a imundícia.
O propósito está no primeiro passo e já fez uma bela obra em nossos corações, o orgulho é quebrado, junto com qualquer altivez e soberba. Aceitamos e reconhecemos pela obra de convencimento do Espírito Santo que há imundícia que precisa ser tirada agora.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O anel do rei nas mãos da rainha Ester e Mardoqueu

O rei Assuero disponibiliza o seu anel real para Mardoqueu, uma representação da autoridade de Jesus sendo colocada a nossa disposição.
O que se escreve em nome do rei e se sela com o anel do rei não é para revogar 
Ester 8:8 

Bp Erisvaldo Pinheiro 
Palavra ministrada em 09/08/2013


A bela narrativa da história de Ester ganha um profundo aprendizado em seu capítulo oitavo, quando o rei Assuero coloca seu anel real à disposição de Mardoqueu. Uma representação do que fez nosso Rei Jesus, colocando sua autoridade à disposição de seu povo.

O texto inicia-se com a declaração naquele mesmo dia. Um dia memorável, que marcou a história de Ester e Mardoqueu. Há dias em que o Senhor marca para também serem memoráveis em sua história também. 

Vemos no livro a ascensão de Mardoqueu, cuja trajetória é marcada por escassez e perseguição, mas naquele mesmo dia sua história passa por uma grande virada. Da escassez para a mesa do rei, o anel que estava na mão de seu perseguidor, o rei colocara naquele mesmo dia em sua mão. Você pode passar por momentos de escassez e perseguições, mas seja fiel, que chegará momentos de naquele mesmo dia em sua vida e sua história viverá uma grande virada, para glória do Rei!

·        Algo precisa ser feito:

A rainha Ester, acompanhada de Mardoqueu, clama ao rei que fosse revogada a maldade de Hamã contra o povo judeu. Havia uma data marcada para uma forte perseguição contra o povo de Ester, onde qualquer um poderia se assenhorar-se dos bens e até mesmo de suas famílias. 

Veja bem, querido leitor, pois esta pode ser sua situação. A rainha Ester e seu tio Mardoqueu estavam muito bem obrigado, mas seu povo corria perigo. Havia familiares, amigos de infância, vizinhos, que estavam debaixo de um decreto que marcava um dia em que eles poderiam perder tudo que tinham. A declaração de Ester é chocante: como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? Repito, Ester estava bem, mas havia pessoas ligadas a ela que estavam a beira da destruição. Ela tinha que fazer alguma coisa. Essa gente não tinha o acesso ao rei que Ester tinha, por isso, a audiência da rainha fora tão decisivo. Perante o rei, ela se lança aos seus pés, chora e faz súplicas pelos seus. Acredito que você também faz isso, você se lança aos pés do Senhor, chora e suplica pelos teus também. Mas há algo que Ester não tinha observado antes, e talvez, você ainda não observou, veja:

·        A resposta do rei

A resposta do Assuero aponta para uma grande obra que Jesus fez por nós. O rei declara que dei a Ester a casa de Hamã, e a ele enforcaram numa forca, porquanto quisera por as mãos sobre os judeus. Perceba, atento leitor, que o rei está dizendo que aquele que perseguia Ester e seu povo já havia sido derrotado, já havia sido julgado e condenado pelo simples fato de querer por as mãos sobre o povo de Ester. Esta foi a mesma obra de Jesus na cruz do Calvário, como está escrito:
“E, despojando os principados e potestades os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo” (Col 2.15)

“Para isto o Filho do homem se manifestou: para desfazer as obras do diabo” (1Jo 3.8b)
Jesus já derrotou o diabo na cruz do Calvário, pelo simples fato do inimigo querer por as mãos sobre você. A vitória já fora executada na crucificação.

Aqui cabe uma importante observação. Mesmo o inimigo de Ester já ter sido derrotado, e ainda assim haver uma complicação contra o povo da rainha, do mesmo jeito ainda há uma complicação contra nós, mesmo o diabo tendo sido derrotado. Ainda herdamos a natureza adâmica, caída e pecaminosa.

A resposta do rei segue dando uma dimensão incrível para a difícil situação de Ester:
“Escrevei, pois, aos judeus, como parecer bem aos vossos olhos e em nome do rei, e selai-o com o anel do rei; porque a escritura que se escreve em nome do rei e se sela com o anel do rei não é para revogar” (Et 8.8)

O rei estava dizendo algo que parecia passar despercebido de Ester e Mardoqueu. Seu anel real já havia sido tirado do inimigo e colocado nas mãos de Mardoqueu! Eles poderiam escrever o que bem intendessem e selar com o anel do rei que nada poderia revogar. 

Veja, querido, o rei poderia solucionar o problema de Ester, ele era soberano para isso. Mas, seu grande trabalho fora destruir o grande adversário de Ester, tomando o anel real e colocá-lo nas mãos de Mardoqueu. E o próximo passo contra as complicações que ainda o povo sofreria, era por conta de Ester e Mardoqueu. Eles tinham o anel real.

·        O anel real está em nossas mãos:


O rei deu uma carta branca para Ester e Mardoqueu. Eles tinham que escrever a estratégia e selar com o anel do rei. O povo dependia disso. 

Quando olhamos a parábola do filho pródigo (Lc 15), vemos que o pai presenteia o filho arrependido com três presentes: vestes novas, sandálias e um anel. Quando nós voltamos para a casa do Pai, com coração arrependido, ainda recebemos estes presentes. O anel continua sendo colocado em nossas mãos. Percebe a grandeza deste presente?

As vezes, apenas esperamos que Deus faça tudo. E realmente Ele fez tudo. Fez toda obra na cruz para que nosso adversário fosse derrotado e o anel real colocado em nossas mãos. Agora, as complicações do adversário somos nós que enfrentaremos. A parte mais difícil, nosso Senhor já fez. Nosso Deus é soberano, mas, não podemos ficar sentados esperando tudo cair do céu. Devemos fazer uso do anel real em nossas mãos e nos levantarmos para lutar pela proteção de nossa casa, família e bens. Usando o anel do Rei, usando o nome do Rei, devemos crer que a vitória é nossa. A obra da cruz nos garante isso. 

O plano que Mardoqueu e Ester elaboraram e selaram com o anel do rei era simples. O povo de Deus tinha permissão para lutar e defender sua casa, família e propriedades. A confiança na vitória era tão grande, que no mesmo decreto, Mardoqueu orientou que o povo festejasse. Querido leitor, esse é o plano, você tem permissão para lutar pelo que é seu, e ainda mais, você já pode programar a festa, pois a vitória é certa.

Pense nisso...

O texto diz que aqueles que intentaram aborrecer o povo de Deus foram derrotados. Houve festa e vitória. Percebeu a ordem? A festa antes da vitória? Isso é confiança! A vitória mais difícil, Jesus já garantiu na cruz. Vitória tão completa que te garante festejar antes de lutar. Assim nasceu a festa de Purim para o povo judeu, que é celebrada até os dias de hoje. Sua vitória será tão grande, que será muito lembrada!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A rainha Ester e suas vestes diante do rei

Jesus se desposou de suas vestes para te vestir de santidade
"Sucedeu, pois, que, ao terceiro dia, Ester se vestiu de suas vestes reais e se pôs no pátio interior da casa do rei ... e o rei estava assentado em seu trono real ... E vendo o rei a rainha Ester, ela alcançou graça aos seus olhos; e o rei apontou para Ester com seu cetro de ouro ... e disse: Qual é sua petição?"
Ester 5:1-3 (trecho)


Bp Erisvaldo Pinheiro 
Palavra ministrada em 10/08/13


A rainha Ester coloca suas vestes reais e decide se apresentar diante do rei. Uma decisão difícil, com possíveis consequências terríveis, mas necessária. Ela e seu povo dependiam dessa audiência. Ainda que a morte fosse uma possibilidade, Ester precisava estar diante do rei.

Jó também viveu dias assim, e expressou uma das declarações mais fortes da Bíblia sobre a confiança na bondade de Deus:
"Ainda que ele me mate, nele esperarei, contudo, os meus caminhos defenderei diante dele"  (Jó 13.15).
Ester estava decidida a defender seus caminhos diante do rei. Embora fosse esposa do rei, nossa heroína precisou ir até seu trono. Assim é a igreja (eu e você), noiva do Cordeiro, mas há momentos difíceis em que é preciso defender seus caminhos diante dEle. Estar diante do Rei, a morte é sempre uma possibilidade, mas, como declarou Jó, esperar nEle é nossa consolação.

Ester teve que se vestir de vestes reais para estar diante do rei, uma preparação que durou dias. Esta cena aponta para a reverência que devemos ter quando formos nos apresentar diante do Senhor. Não podemos nos apresentar diante do Deus Santo de qualquer maneira. Por isso, vamos passar em alguns trechos bíblicos para entendermos a profundidade das vestes nas escrituras. Não falo vestes que nossos olhos vêem, mas de uma roupagem nova em que o Senhor nos vestes para estarmos com Ele.

  • Vestes santas:

"E farás vestes santas a Arão, teu irmão, para glória e ornamento" (Êx 28.2). 

  •  Para uso o tempo todo:

"Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes" (Ec 9.8a)

  • Deve ser guardada:

"Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja suas vergonhas" (Ap 16.15) 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Servo útil ou servo inútil?


Parábola do servo inútil nos mostra o quanto precisamos fazer mais do que nos é proposto
Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer. (Lc 17.10)

Bp Erisvaldo Pinheiro Lima 
Palavra ministrada em 28/07/2013


Texto base: Lucas 17:1-10

Servo útil ou servo inútil, Jesus confronta a dedicação de seus discípulos. Não é uma palavra para multidões, é uma palavra direcionada aos seus escolhidos apóstolos. Um alimento mais sólido que Jesus libera com exclusividade para seus mais íntimos.

Trata-se de uma pregação do nosso mestre que é encerrada com uma afirmação que nos confronta: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer. Definitivamente, não é uma mensagem para multidões. Jesus afirma que o servo que faz o que lhe é devido não passa de um servo inútil!

Para entender a diferença entre o servo inútil daquele que é útil, vamos meditar na pregação completa de Jesus nesta ocasião:

  • Escândalos:  

A pregação de Jesus começa abordando um tema forte, os escândalos. Seguido da advertência "ai daquele por quem vierem!" Escândalo é um ato reprovável que se torna público. Até mesmo pecados ocultos de pessoas que usam roupagem santa e sobem no altar, ministram, servem em igrejas mas que na sua intimidade possuem pecados não confessos é um tipo de escândalo, pois esta pessoa está escandalizando a santidade do Senhor e sua obra. Pecados ocultos devem ser confessados para perdão, mas não precisam ser divulgados. Pecados confessados somente devem ser divulgados quando o ato reprovável tornou-se de conhecimento público. Agora, aquele que divulga o pecado alheio, promovendo fofoca, picuinhas, também está cometendo o mal do escândalo, e ai daquele por quem vierem!