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| 2 Samuel 19.15 “Então, o rei voltou e chegou até ao Jordão; e Judá veio a Gilgal, para ir encontrar-se com o rei, à outra banda do Jordão.” |
O
cenário é de um dia após a batalha. Definido em versículo anterior como a vitória que se tornou, naquele mesmo dia em tristeza. Os inimigos do rei haviam
sido derrotados, uma vitória para ser celebrada, a não ser por um detalhe, um
dos inimigos era filho do rei. Os combatentes felizes pela vitória, enquanto
que o rei chorava pelo final trágico do filho. A batalha cessara, e era hora do
querido rei voltar à Jerusalém. O dia após a batalha marcaria o retorno do rei
Davi à Santa Cidade. Na sua volta, o rei manda o alerta. Ele almeja ver aqueles
que ele chama de meus irmãos, meus ossos
e minha carne. Era para os anciãos de Judá recepcionar o rei.
Um
detalhe importante acontece aqui. Em seu retorno, o rei chega até o Jordão
enquanto Judá veio a Gilgal. Observe
que todos os homens de Judá espera o rei que ainda está no outro lado do
Jordão. E é neste momento, conforme nos mostra os versos 16, 24 e 31, que
apenas três destes homens vão além do povo e se apressam ao encontro do rei.
O
cenário é uma típica cena do Apocalipse. Após a batalha, alegrias de uns e
tristezas de outros, o rei anuncia que está voltando. O povo o espera, enquanto
três homens se adiantam e dão um passo a mais na direção do rei. Percebe a
semelhança? Nosso Grande Rei também tem anunciado sobre sua volta iminente, e
que acontecerá em meio às batalhas detalhadamente descritas no livro da
Revelação. Aquele que será O Dia, também marcará alegria de alguns e tristeza,
pranto e ranger de dentes para outros. E por último, o povo escolhido esperando
seu retorno.
Somente
percebendo a semelhança entre o retorno do rei Davi à Jerusalém, e o retorno do
Rei Jesus à sua Igreja é que podemos olhar com mais atenção à atitude dos três
homens que se apressam para receber o rei. Eles se destacam e se diferenciam do
restante do povo. E de um povo de milhares de pessoas, apenas o nome destes três
são mencionados.
